BLOG DO ADAIL

Conhecer a Deus é fundamento eterno de bem-aventurança - glória eterna. Não o conhecer é eterna perdição. Deste modo, o conhecimento de Deus é tudo: vivifica a alma, purifica o coração, tranquiliza a consciência, eleva as afeições, e santifica o caráter e a conduta. - Irmão Adail

"Ah, se pudéssemos ter mais fé num Salvador amoroso e vivo, e se pudéssemos abrir nossos corações o suficiente para receber mais do seu amor eterno, consumidor, constrangedor, penetrante; ah, se abríssemos nosos ouvidos para ouvir a doce voz do Noivo quando Ele sussura para nossas almas: "Levanta-te, meu amor, minha querida, venha, deixa as ilusões deste dia transitório. Ah, se sua voz arrebatadora pudesse alcançar nossos corações endurecidos para que tivéssemos sede e clamássemos por um relacionamento mais íntimo com o Salvador crucificado". - Pr. John Harper, que afundou com o TITANIC em 15.04.1912.

ATENÇÃO: O assento do escarnecedor pode ser muito elevado socialmente, todavia fica muito perto da porta do inferno, e logo ficará vazio.

"...prepara-te para te encontrares com o teu Deus" (Am 4.12). Como os crentes em Jesus podem viver com as malas prontas e prontos para partir? Não há mistério a este respeito; o bom senso nos deve indicar como fazê-lo. Estejamos inteiramente dedicados ao serviço de Cristo, todos os dias. Não vamos tocar no pecado com vara curta. Acertemos as contas com Deus. Vamos pensar em cada hora como uma dádiva de Deus para nós, para tirar dela o melhor proveito. Planejemos nossa vida, levando em conta setenta anos (Sl 90.10), entendendo que se o nosso tempo for menor do que esse prazo, isso não será uma privação injusta, mas uma promoção mais rápida. Vivamos no tempo presente; gozemos com alegria dos seus prazeres e abramos caminhos através de suas dores, contando com a companhia de Deus, sabendo que tanto os prazeres quanto as dores são passos na viagem para casa. Abramos toda a nossa vida para o Senhor e gastemos tempo conscientemente na companhia dEle, expondo-nos e correspondendo ao seu amor. Digamos a nós mesmos, com frequência, que a cada dia estamos mais perto. Lembremo-nos que o homem é imortal enquanto o seu trabalho não for realizado, e continuemos a realizar aquilo que sabemos ser a tarefa que Deus nos determinou para aqui e agora. Amém? - Irmão Adail

Uma única bomba devasta uma cidade, e o mundo está na era nuclear. Com a cisão de um átomo, temos um poder e uma força nunca vistos. Foguetes roncam no seu local de lançamento, e sua carga é despejada no espaço. Descobertas apenas imaginadas durante séculos são agora concretizadas à medida que começamos a explorar os confins do universo.

Vulcões, terremotos, maremotos, furacões e tufões deixam desprender sua força incontrolável e inexorável. Resta-nos procurar abrigo para mais tarde reunir aquilo que sobrou.

Poder, força, energia - observamos com admiração a exibição da natureza ou a obra do homem. Mas essas forças não se aproximam do poder de Deus onipotente. Criador de galáxias, átomos e leis naturais, o soberano Senhor reina sobre tudo o que existe e sempre será assim. Que tolice viver sem Ele, que estupidez correr e esconder-se de sua presença, e quão ridículo é desobedecer-lhe. Mas nós o fazemos. Desde o Éden estamos sempre à procura de sermos independentes de seu controle como se fôssemos deuses com o poder de controlar nosso próprio destino. E Ele tem permitido nossa rebelião. Mas, muito em breve, chegará o
DIA DO SENHOR.


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O Terceiro Templo

Atualmente, desde que Israel reconquistou a parte oriental de Jerusalém na guerra dos seis dias (1967), o maior sonho do povo judeu é a reconstrução do templo. Há informações de que Israel há muito já dispõe de todo o material necessário, e que a obra será conduzida rapidamente, quando chegar a hora... O templo só não foi ainda reedificado porque na área do antigo templo está edificada a Mesquita do Domo da Rocha, dos mulçumanos! Falar em derrubar esta mesquita hoje em dia, seria o mesmo que declarar guerra aos árabes (mulçumanos)! Contudo, nos anos de 1999 e 2000, estivemos neste local, e ouvimos diretamente dos nossos guias turísticos que, em razão de escavações que estão sendo feitas por baixo da área da esplanada do templo, os judeus já começam a acreditar que a área exata do antigo templo seria um grande pátio situado ao lado da Mesquita! Em se confirmando, o templo seria reerguido ao lado da Mesquita! Interessante é que esta área fica exatamente em frente ao Portão Dourado de Jerusalém, porta pela qual Jesus entrou sendo aclamado como Rei, no Domingo de Ramos. Os judeus lacraram este portão por entenderem que, quando o Messias vier, Ele entrará por esta porta... A reconstrução do templo neste local (ao lado da Mesquita) além de não provocar maiores atritos, se mostraria justificável perante o mundo, pois, se os mulçumanos têm a sua Mesquita, é justo que os judeus também tenham o seu Templo.


É inconcebível, sobretudo para o povo judeu, Jerusalém sem o Templo! Choca muito também ao povo cristão ver um templo pagão (Mesquita) em lugar do Templo do Senhor! Enquanto os mulçumanos têm uma linda e suntuosa Mesquita, os judeus ortodoxos têm apenas o "Muro das Lamentações"! Certamente que isto não durará muito tempo... Sendo Jerusalém a cidade do Grande Rei (Mt 5:35), e estando esta cidade sob o domínio do povo judeu, certamente que eles reedificarão o Templo para adoração a Jeová!

A leitura de Daniel 8:13, 11:31, 12:11 deixa claro tratar-se do templo, fisicamente. Também o texto de II Tess 2:4 quando diz: "...o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus, ou objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus." O texto de Mt 24:15 combinado com estes outros textos aqui citados, nos conduz ao entendimento de que o "lugar santo" referido em Mt 24:15 é o altar do templo (o qual terá que ser reedificado!).

Instituto do Templo e outros grupos de judeus ortodoxos já têm todos os 102 artigos do Templo prontos para começar a reconstrução

As profecias bíblicas relacionadas ao final dos tempos falam do Templo de Jerusalém como uma realidade no período da Grande Tribulação e do Milênio (período de mil anos em que Cristo reinará com Sua Igreja sobre a Terra). Mas, o Templo, sabemos, não foi ainda reconstruído. Porém, quase todos os passos que precisavam ser dados para que isso aconteça já são realidade. Se não, vejamos.

Em primeiro lugar, para o Templo ser reconstruído, seria necessário Israel voltar a existir como uma nação, o que ocorreu em 1948. Em segundo lugar, seria necessário a reconquista da cidade de Jerusalém, o que também já aconteceu, em 1967. Em terceiro lugar, seria necessário ainda que todos os utensílios do Templo fossem restaurados. E isso já está acontecendo. Ou melhor, os utensílios já estão praticamente concluídos.

A primeira vez que o assunto reconstrução do Templo chamou a atenção da mídia mundial foi em 1989, quando a revista norte americana Time, em sua edição de 16 de Outubro de 1989, cuja matéria de cara era intitulada "Time for a New Temple? ("Tempo para um Novo Templo?"), apontava o desejo crescente entre os judeus ortodoxos em Israel de ver o Templo de pé mais uma vez. Por essa época, dava seus primeiros passos o chamado Instituto do Templo.

Erguido na Cidade Velha de Jerusalém, o Instituto do Templo tem se dedicado com afinco, durante as últimas duas décadas, aos preparativos para a reconstrução do Templo, chegando hoje praticamente ao final dessa preparação, em mais um sinal evidente da proximidade da Segunda Vinda de Jesus. Em seus pouco mais de 20 anos de existência, o Instituto já recriou o candelabro do Templo (Menorah), a um custo de 3 milhões de dólares, além de harpas, altares, recipientes para incenso e as roupas dos sacerdotes, tudo meticulosamente igual à descrição bíblica desses artigos. Ao todo, são 102 os utensílios necessários para os rituais do Templo; e hoje todos eles - isso mesmo: todos - já estão prontos. O último passo será a busca de restos (cinzas, por exemplo) das novilhas vermelhas, uma espécie de novilha em extinção que, sendo um animal kosher (puro), era usado no ritual de purificação dos sacerdotes antes de adentrarem o Templo de Jerusalém, segundo o capítulo 19 de Números.


O objetivo dos judeus ortodoxos ligados ao Instituto é clonar a novilha vermelha a partir dos restos que eventualmente possam ser encontrados para que, após a reconstrução do Templo, os sacerdotes já estejam ritualmente prontos para servir. Ou seja, até os avanços recentes na área de genética favoreceram os planos e a fé daqueles que têm se dedicado à reconstrução, e que, inclusive, já elaboraram uma lista de judeus que são provavelmente descendentes de Levi, conforme estudo meticuloso da árvore genealógica de milhares de judeus, para exercerem a função de sacerdotes. Muitos deles já estão de sobreaviso e totalmente integrados ao projeto.

O rabino Yisrael Ariel, fundador do Instituto e considerado um dos maiores especialistas no mundo em rituais do Templo de Jerusalém, afirma que a função do Instituto sempre foi e será "dedicar-se à recriação de artefatos usados no Templo não apenas como um exercício histórico, mas como uma maneira de se preparar para sua reconstrução". Algumas das últimas recriações do Instituto são surpreendentes e realçam sua dedicação. Em dezembro de 2007, por exemplo, o Instituto anunciou a conclusão da confecção do candelabro e da coroa de ouro maciço que a Bíblia diz que o sumo sacerdote levava no cumprimento dos seus deveres no Templo. De acordo com a agência de notícias israelenses Israel National News, os artistas que trabalharam na coroa e no candelabro seguiram escrupulosamente, durante mais de um ano, as instruções registradas na Bíblia hebraica e as informações sobre a coroa e o candelabro gravadas em antigas fontes históricas para chegar ao formato final nos dois artigos, que são considerados hoje absolutamene fidedignos aos originais.

Mas, não são apenas os centenas de rabinos do Instituto do Templo que têm se dedicado aos preparativos para a reconstrução. Outros grupos judeus ortodoxos relacionados também manifestam-se nesse sentido. Em 21 de Maio deste ano, por exemplo, um grupo de judeus denominado "Movimento de Fidelidade à Terra de Israel e ao Monte Templo" (Temple Mount and Land of Israel Faithfull Movement) realizou uma passeata em Jerusalém deslocando uma pedra de quase quatro toneladas que é considerada por alguns judeus ortodoxos a pedra angular para a edificação do terceiro Templo de Jerusalém.

O dia 21 de Maio foi escolhido para a realização da passeata porque é o "Dia de Jerusalém" em Israel, data em que os judeus celebram a vitória na Guerra dos Seis Dias, quando Israel reconquistou Samaria, Judéia, Gaza, os Montes de Golan e Jerusalém. Durante a passeata com a pedra de esquina que provavelmente suportará a edificação do Templo, o grupo do "Movimento de Fidelidade à Terra de Israel e ao Monte do Templo" protestou em frente ao Consulado dos Estados Unidos por causa da política para o Oriente Médio adotada pelo atual presidente norte-americano, Barack Hussein Obama, que quer dividir a cidade de Israel, estabelecendo a capital do Estado árabe dentro de Israel. Em frente ao Consulado, a multidão bradava: "Tirem as mãos da Terra de Deus e do povo de Israel e de Jerusalém!". Ao chegar no portão de Jaffa, na cidade velha de Jerusalém, o grupo de fiéis dançou e tocou trombetas de prata declarando seu amor a Jerusalém.

O grupo dos Fiéis do Monte do Templo é liderado pelo rabino Gershon Salomon, que já afirmou em entrevista ao arqueólogo norte-americano e cristão Randall Price (autor de Arqueologia Bíblica, CPAD) nos anos 90 o que se segue: "Creio que a reconstrução do Templo é a vontade de Deus. O Domo da Rocha deve ser retirado. Devemos, como sabem, removê-lo. E hoje temos todo o equipamento para fazer isso, pedra por pedra, cuidadosamente, embalando-o e enviando-o de volta para Meca, o lugar de onde veio. (...) No dia certo - creio que em breve - essa pedra [de esquina] será colocada no Monte Templo, trabalhada e polida. Será a primeira pedra para o terceiro Templo. A pedra não está longe do Monte Templo, mas bem perto das muralhas da Cidade Velha de Jerusalém, perto da Porta de Shechem. Dessa pedra se pode ver o Monte Templo. Mas, o dia está próximo em que essa pedra estará no lugar certo. Pode ser hoje ou amanhã, mas estamos bem pertos da hora certa".

Já há alguns anos que Gershon Salomon tem incentivado rabinos a já realizarem sacrifícios próximos ao Monte Moriá, isto é, o Monte do Templo. Na Páscoa de 1998, rabinos judeus realizaram um sacrifício de um animal no Muro Ocidental, que pode ter sido o primeiro sacrifício animal realizado no local do Templo desde 70d.C., quando Jerusalém foi destruída pelos exércitos romanos. Em 4 de Abril de 1999, o próprio Gershon Salomon tentou realizar um sacrifício sobre o Monte do Templo, mas foi frustrado. E em Abril de 2008, rabinos em Israel afirmaram que estão se preparando para realizar alguns sacrifícios de animais, num lugar bem próximo ao Monte do Templo. Mais de um ano depois, ainda não conseguiram, mas eles têm se mostrado insistentes na idéia de fazê-los futuramente, o que para os árabes palestinos serão considerados atos muito provocativos.

Outro grupo é o Ateret Cohanim, que fundou uma yeshiva (escola religiosa) para a educação e o treinamento dos sacerdotes do Templo. O objetivo dessa organização judaica liderada por rabinos é pesquisar os regulamentos levíticos e treiná-los para um sacerdócio futuro no terceiro Templo.

Enquanto isso, todos os dias, três vezes ao dia, judeus ortodoxos oram diante do Muro das Lamentações pedindo a Deus para que o Templo seja reconstruído. Dizem as preces, quase em uníssono: "Que a Tua vontade seja a rápida reconstrução do Templo em nossos dias....".

O respeitado rabino Chaim Richman, diretor internacional do Instituto do Templo, é apontado como o mais provável a assumir a função de sumo sacerdote logo após a reconstrução; ele também liderará o Sinédrio, cujo lista de futuros membros, preparada por rabinos, já está pronta.

Oposição Palestina - Adnan Husseini, conselheiro do presidente palestino Mahmoud Abbas em questões relativas a Jerusalém, critica a existência do Instituto do Templo e seu projeto, que denomina "provocação". "Se eles falam de construir o Templo, o que isso significa? Significa destruir mesquitas islâmicas. E se eles o fizerem, ganharão 1,5 milhão de inimigos. É o desejo de Deus que esse seja um local de adoração islâmico e eles devem respeitar isso", afirma Husseini.

Em resposta, os rabinos do Instituto do Templo declaram que não têm projetos nenhum de destruição das mesquitas até porque a maioria dos rabinos ortodoxos crê, à luz das profecias da Bíblia hebraica, que a reconstrução do Templo será um ato do próprio Deus, ato este que só será realizado, afirmam, "quando chegar o tempo em que o Senhor achar os judeus merecedores do Templo mais uma vez". Eles destacam ainda que os preparativos são apenas uma demonstração de fé nas profecias.

Entretanto, apesar de não haver mesmo por parte do Instituto do Templo nenhum planejamento em andamento para a destruição das mesquitas que se encontram hoje no Monte do Templo, o rabino Chaim Richman, diretor internacional do Instituto (e forte candidato a assumir a função de sumo sacerdote do Templo), e que já foi entrevistado do jornal Mensageiro da Paz há alguns anos, declarou em dezembro de 2007 que a tarefa do Instituto nos próximos anos será "completar o projeto arquitetônico para o terceiro Templo, incluindo as projeções dos custos e os esquemas e detalhes das partes elétricas e das canalizações", informação publicada nos jornais israelenses e que deixou os palestinos irados.

Para esquentar mais o clima, em outubro deste ano, o Comitê para a Monitoração Árabe acusou Israel de estar fazendo escavações arqueológicas por baixo do Monte Templo, o que os israelenses negam. "Essas acusações são uma perfeita mentira. Alegar que os judeus andam escavando por baixo do Monte do Templo é como dizer que o dia é noite", afirmou o rabino Shamuel Rabinovitz, responsável por cuidar do Muro das Lamentações. Seja como for, uma pesquisa recente mostrou que 64% dos judeus israelenses desejam, contanto que seja possível, ver o Templo reconstruído.

Seja verdadeira ou não a denúncia das escavações, certo é que a conclusão dos preparativos para a reconstrução demonstram que a restauração dos rituais do Templo no final dos tempos, conforme as profecias bíblicas asseveram, não está longe da sua concretização. Muito ao contrário. É uma questão de tempo. E, ao que tudo indica, muito pouco tempo.

O que tudo isto significa? JESUS ESTÁ VOLTANDO !!!

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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Reencarnação ou Ressurreição ?

A India, terra na qual há milênios reina a fé na reencarnação, é hoje, infelizmente, um dos países mais pobres do mundo e um dos que mais sofrem.


Quando se viaja pela India, tem-se a impressão de que não há mais esperança para aquela terra. Lá, é costume cobrar-se juros altíssimos, tão altos como em nenhum outro país (mesmo o Brasil).

Na Índia encontram-se nos principais templos hinduístas muitas imagens sexuais explícitas.

Alguém já disse: "Indiano siginifica pecaminosidade desesperadora e profundo domínio da mentira".

A doutrina da reencarnação é hoje um dos maiores obstáculos ao processo de desenvolvimento na India. O que no ocidente aparece como pensamento atraente, tendo até já se tornado moda, significa para muitos indianos um terrível castigo. Eles se apavoram com a perspectiva de terem de retornar a esta terra em alguma forma diferente, como por exemplo aleijado ou animal. Em contrapartida, muita gente hoje no ocidente é vegetariano por motivos religiosos, ou seja, por acreditarem na reencarnação.

A Palavra de Deus, entretanto, não ensina tal coisa. Antes, afirma que "aos homens está determinado morrerem uma só vez e, depois disto, o juízo" (Heb 9.27).

Ficamos admirados que os adeptos da reencarnação, ditos "espíritas", citem às vezes até mesmo partes da Palavra de Deus para defenderem suas teses. Mas, para qualquer leigo estudioso da Bíblia fica bem claro, de Gênesis a Apocalipse, a condenação de Deus para a prática do espiritismo (Dt 18.10-12; 1Cr 10.13; Is 8.19-20 etc).

Portanto, não há a menor lógica no chamado "espiritismo cristão".

Qualquer cristão autêntico sabe do abismo que há entre a reencarnação e a ressurreição. Ressurreição é algo evidente e claro no Velho Testamento ("Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para a vergonha e horror eterno" - Dn 12.2) e Novo Testamento ("...vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão" - João 5.28). A reencarnação fica somente na imaginação fértil dos que temem prestar contas com um Deus de justiça.

Todo aquele que afirma que "ninguém está perdido", e que "ninguém precisa de salvação", está faltando com a verdade, pois o próprio Jesus Cristo (Aquele que vive) afirma que "veio salvar o que estava perdido" (Mt 18.11; Lc 19.11).

Quanto a questão de que precisamos evoluir "em incontáveis experiências ao longo das reencarnações", é preciso que saibamos que nos últimos tempos, ouve-se mais e mais vozes contrárias à teoria da evolução. Mesmo do ponto de vista não-cristão torna-se cada vez mais evidente que a vida não pode ter surgido por si mesma, sendo iniciada com o "Big Bang". Essa idéia é ridicularizada com a frase: "Creio que de uma galinha pode-se fazer um bom caldo, mas não creio que a explosão de um bom caldo resulte numa galinha".

A Teoria da Evolução surgiu numa época em que as pessoas se declaravam "modernas" e pretendia-se acabar com a idéia de um Deus Vivo. "Deus não pode existir, pois se existe um Deus, teríamos responsabilidade diante dele e seríamos obrigados a prestar-lhe contas". Assim, era preciso encontrar uma saída para explicar como surgiu tudo o que existe. Mas a Palavra de Deus diz de maneira inequívoca: "No princípio, criou Deus os céus e a terra" (Gen 1.1).

A Teoria da Evolução "é desonesta a respeito dos fatos, sem base científica em seus métodos e daninha em suas tendências", segundo o cientista Louis Agassiz.

A certeza do Juízo Final é o contexto da mensagem da graça salvítica do Novo Testamento. Por toda parte, nas Escrituras, a "indignação" e a "fúria" de Deus são judiciais; essas palavras apontam para o santo Criador como ativo Juiz do pecado. A mensagem de juízo vindouro para toda a humanidade está presente em todo o Novo Testamento. Quando Jesus voltar e a história for completada, todas as pessoas de todos os tempos ressurgirão para o julgamento e tomarão seu lugar diante do trono de Cristo. Esse acontecimento supera a imaginação, mas a imaginação humana não é a medida daquilo que Deus fará. O Juízo Final demonstrará a perfeita justiça de Deus.

Amigo, Deus é verdadeiro e o homem é mentiroso, e Ele anunciou o Dia do Juízo em tempo hábil, ordenando a cada ser humano que se arrependa e ame a vida ao invés da morte.

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sábado, 12 de novembro de 2011

Religião é Um Barco Furado



"Espere aí, que negócio é esse? O que é que esse crente quer dizer com isso?"


A religião, meu amigo, tem levado muitas pessoas não para o céu mas para o inferno. Não importa se você está achando esta palavra muito dura; a realidade é que isto é a pura verdade, senão vejamos os fatos:

Sempre ouvimos de muitas pessoas a afirmação de que "o homem precisa de uma religião" ou "toda religião é boa, desde que se fale em Deus", e coisas desse tipo. A maioria dos homens e mulheres vive, direta ou indiretamente, presa a uma religião e procura sempre acomodar-se na mesma como tábua ou "barca da salvação".

Pelo que vemos, todo mundo tem religião. A verdade é que o homem é religioso por natureza. Mas também devemos acrescentar outra verdade: o diabo também é religioso, e mantém as pessoas escravizadas à religiosidade e ao pecado. Certamente você deve conhecer pessoas que vivem com o "terço" na mão, os lábios balbuciando, constantemente na igreja rezando, e com a língua maior que um trem. Religiosidade sempre leva à hipocrisia.

Mas o que diz a Bíblia sobre religião? Bom, primeiramente, temos que saber que a Bíblia (que é a Palavra de Deus) não tem "plano de religião" para o ser humano. Jesus nos diz que é "o caminho, a verdade, e a vida" (João 14.6). Ele poderia ter dito: "Eu sou a religião", mas não disse isto.

Jesus também nos diz:

"Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (João 10.10).

Ele poderia ter dito: "Eu vim para tenham religião", mas também não disse isto.

A palavra "religião" no Novo Testamento, originariamente escrito em grego, é treskeia, conforme citação em Tiago 1.27 e Atos 26.5. E olhe que Tiago estava combatendo o falso aspecto externo de "cultos", em detrimento de uma adoração verdadeira a Deus. E por força da versão da Vulgata, usou-se a palavra religio em latim, e em português, religião.

Quando fazemos uma pesquisa apurada e histórica sobre "Religião", a mesma está associada ao MEDO, à INSEGURANÇA, e às SUPERSTIÇÕES.

Por isso, podemos afirmar que RELIGIÃO não expressa o conteúdo da fé cristã. Por essa e por outras razões, é que demos o título desta mensagem "RELIGIÃO É UM BARCO FURADO". Por isso, não entre nessa furada!

Milhões de pessoas no nosso país "têm religião", mas não têm a experiência pessoal da salvação (elas até nos dizem que nós não podemos afirmar que somos salvos, e usam sempre a conhecida expressão - "se Deus quiser"). A religião tem sido uma embromação ou embrulhação. As pessoas se escondem na "religião" e vão vivendo a "vidinha" de qualquer jeito, sem nenhum compromisso com Deus.

Milhões de pessoas no nosso país "têm religião", mas não têm Jesus Cristo como Salvador pessoal, numa singular experiência de salvação, ou encontro com Deus.

Agora perguntamos a você, amigo: o que fará a sua "religião" na hora de sua morte? Sua religião é daquelas que dizem: "quando eu morrer não sei para onde irei"? Ou sua "religião" é daquelas que dizem: "eu não posso afirmar que estou salvo"?

Se a sua situação é essa, você apenas está confirmando que "religião é um barco furado". Ou seja, você está se afundando cada vez mais e não sabe onde se segurar. Você precisa de alguém para lhe socorrer, para lhe salvar do naufrágio moral e espiritual, e esse alguém é JESUS. Ele ama você e quer lhe fazer salvo, seguro e feliz.

Note bem este detalhe: jamais falamos de religião ou de igreja às pessoas que nos ouvem, mas somente de JESUS (o Jesus da Bíblia). Saiba que quando Ele esteve pessoalmente aqui nesta terra, os que mais combateram e resistiram a Ele foram exatamente os religiosos (fariseus, saduceus, herodianos, essênios, etc.). JESUS não está querendo fazer-nos religiosos, mas OBEDIENTES, CONTENTES, SATISFEITOS, RAÇA ELEITA, SEPARADOS PARA DEUS.

E ainda há vaga para muita gente.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

As Religiões Não São Todas Iguais ?

Muitos têm perguntado: Será que Deus é tão mesquinho a ponto de oferecer apenas um caminho para a salvação?


A religião foi frequentemente reduzida ao seu mínimo denominador comum. Desde que todas as religiões se igualavam em sua essência (a paternidade universal de Deus e a fraternidade universal do homem), nenhum delas deveria (assim dizem os "especialistas") então reinvindicar validade exclusiva.

A história da religião é o relato do esforço humano para mover-se da base da montanha para o pico, a fim de gozar da companhia e comunhão com Deus. A montanha tem muitas estradas; algumas delas sobem quase diretamente ao alto; outras rodeiam a mesma em círculos, mas eventualmente alcançam o topo. Assim, conforme os inventores desta analogia, todas as estradas religiosas, embora sigam rotas diferentes, chegam afinal ao mesmo lugar.

Com base nesta convicção de que todos os caminhos levam a Deus surgiram inúmeros movimentos ecumênicos, tentativas pan-religiosas e até mesmo novas religiões como a "BAHAI" que procura uma síntese e fusão total de todas as religiões do mundo em uma única.

Certo sacerdote Bahai afirmou que todas as religiões eram igualmente válidas. Quando confrontado sobre os pontos de conflito que existem entre o islamismo e o budismo, entre o confucionismo e o judaísmo, e entre o cristianismo e o taoismo, ele respondeu que não sabia nada sobre o islamismo, judaísmo, ou o resto, mas tinha certeza de que todas eram iguais. É de se estarrecer como alguém pode afirmar que todas as religiões se equivalem quando não se tem conhecimento do que essas crenças professam ou negam!

Como o BUDISMO pode ser verdadeiro quando nega a existência de um Deus pessoal e, ao mesmo tempo, o CRISTIANISMO ser verdadeiro quando afirma a existência de um Deus pessoal?

Como o JUDAÍSMO ortodoxo pode estar certo quando nega a vida após morte e o CRISTIANISMO igualmente certo ao afirmar a vida após morte?

O ISLAMISMO clássico poderá endossar como ética válida a matança de "infiéis", enquanto ao mesmo tempo a ética cristã de amar aos inimigos é também válida?

A verdade é que há somente duas maneiras possíveis de manter uma validade igual para todas as religiões. Uma delas é ignorar as claras contradições entre elas fugindo para a irracionalidade; a outra é colocar essas contradições num plano de insignificâncias secundárias.

Também é verdade que as diferenças de convicção religiosa levaram repetidamente a conflitos graves entre pessoas, afastamentos familiares, formas violentas de perseguição religiosa e em muitos casos até à guerra.

Se a religião trata de questões de interesse supremo, não é de admirar que os debates religiosos provoquem tamanha paixão. Mas se estivermos interessados na verdade, jamais poderemos descobrí-la, negando as diferenças reais nas reivindicações quanto à mesma.

Uma coisa é buscar uma atmosfera de debate religioso caracterizada pela caridade; outra bem diversa é dizer que os assuntos discutidos não são importantes. Uma coisa é proteger o direito de toda pessoa religiosa de seguir os ditames de sua consciência sem temer perseguição; outra coisa é afirmar que convicções opostas podem ser ambas verdadeiras.

Amigo, se Jesus Cristo foi realmente levantado por Deus dentre os mortos (o cristianismo jamais existiria se isto não fosse uma verdade comprovada), Ele possui portanto as credenciais e o certificado que nenhum outro líder religioso possui. Buda, Moisés, Maomé, Confúcio, Khrisna, Maria, "Padim Ciço", Frei Damião, todos eles estão mortos (e todos vão dobrar o joelho perante o Senhor Jesus - Fil. 2.10). Sim, Cristo vive. Por que afirmamos isto? Porque JESUS É O CRIADOR, e o resto é criatura). Sim, pela ressurreição de Jesus, Sua peculiaridade como objeto de fé religiosa acha-se estabelecida definitivamente.

Moisés foi mediador da lei; Maomé pôde brandir uma espada; Buda ofereceu conselhos pessoais; Confúcio pronunciou palavras sábias; mas NENHUM DESSES HOMENS ESTAVA QUALIFICADO PARA OFERECER EXPIAÇÃO PELOS PECADOS DO MUNDO.

Mas não é somente a ressurreição de Jesus que O torna ÚNICO, mas a Sua morte é que O coloca numa categoria especial. Sua morte serviu para pagar os pecados da humanidade. Seu sacrifício foi perfeito.

Portanto, trata-se de um erro, de fato um erro fatal, supor que Deus se agrada de "religião". O chavão - "Não importa o que você creia desde que seja sincero" envolve um engano devastador. Podemos estar SINCERAMENTE errados e perder o caminho da redenção oferecido por Deus. Aquilo em que cremos em QUEM cremos faz uma diferença total em nosso destino. RELIGIÃO pode vir a ser um substituto para a verdade; um sistema humano de deturpar a revelação de Deus.

Somente JESUS CRISTO é digno de devoção e serviço ilimitados. Seu valor total O coloca numa classe separada de todos os pretendentes ao trono. Só JESUS tem condições de salvar. Apenas JESUS é digno de ser adorado.

A exclusividade da afirmação cristã no sentido de estar de posse da verdade deve sempre repousar sobre a singularidade de CRISTO. Os cristãos não estão imunes à arrogância e fanatismo, mas estas coisas não encontram apoio em Cristo. A crítica de Jesus a estas práticas malignas é mais severa do que aquela que qualquer opositor do cristianismo possa fazer. Ao mesmo tempo, Jesus, que critica tanto a altivez e o fanatismo, nos chama para uma dedicação completa à verdade. JESUS AFIRMA SER ESSA VERDADE.

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A Natureza do Homem



De todas as criaturas que Deus fez, o ser humano é incomparavelmente superior e também a mais complexa. Por seu orgulho, no entanto, o ser humano comumente se esquece de que Deus é o seu Criador, que ele é um ser criado, e que depende de Deus. O que diz a Palavra de Deus? [Lembra-te do teu Criador] "antes que se quebre a cadeia de prata, e se despedace o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se despedace a roda junto ao poço, e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu" [Eclesiastes 12.6-7].

A NATUREZA HUMANA À IMAGEM DE DEUS

A Bíblia ensina claramente que Deus, mediante decisão especial criou a raça humana, à sua imagem e semelhança [Gen 1.26-27]. Portanto, nem Adão nem Eva são produtos de evolução. Por terem sido criados à semelhança de Deus, Adão e Eva podiam comunicar-se com Deus, ter comunhão com Ele e espelhar o seu amor, glória e santidade. Eles tinham semelhança moral com Deus, por serem justos e santos, com um coração capaz de amar e também determinado a fazer o que era bom; tinham semelhança com Deus na inteligência, pois foram criados com espírito, emoções e capacidade de escolha. Deus plasmou no ser humano a imagem que Ele mesmo lhe apareceria visivelmente no Antigo Testamento, e na forma que seu Filho um dia tomaria. Quando Adão e Eva pecaram, essa imagem de Deus neles, foi seriamente danificada, mas não totalmente destruída. Inevitavelmente, a semelhança moral de Deus, no homem, ficou arruinada quando Adão e Eva pecaram; deixaram de ser perfeitos e santos e passaram a ser propensos ao pecado; propensão esta, ou tendência que transmitiram aos filhos. O Novo Testamento confirma o estrago da imagem de Deus no homem, quando declara que o crente redimido deve ser renovado segundo a semelhança moral de Deus [Efes 4.22,24]. Apesar de o ser humano ser pecador como é, ainda retém uma porção elevada da semelhança de Deus, na sua inteligência, e na capacidade de comunhão e comunicação com Ele.

COMPONENTES DA NATUREZA HUMANA

Deus formou Adão do pó da terra [seu corpo] e soprou nas suas narinas o fôlego da vida [seu espírito], e ele tornou-se um ser vivente [sua alma]. A intenção de Deus era que o ser humano, pelo comer da árvore da vida e pela obediência à sua proibição de comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, nunca morresse, mas vivesse para sempre. Somente depois da morte entrar no mundo, como resultado do pecado humano, é que passou a haver a separação da pessoa, em pó que volta à terra e no espírito que volta a Deus. Noutras palavras, a separação entre o corpo, por um lado, e o espírito e a alma por outro, é resultado do juízo divino sobre a raça humana por causa do pecado, e esse juízo somente será removido mediante a ressurreição do corpo no último dia. A alma, frequentemente traduzida por "vida", pode ser definida, de modo resumido, como os aspectos imateriais da mente, das emoções e da vontade, no ser humano, resultantes da união entre o espírito e o corpo. A alma, juntamente com o espírito humano, continuará a existir após a morte física da pessoa. A alma está tão ligada à natureza imaterial do ser humano, que, às vezes, o termo "alma" é usado como sinônimo de "pessoa". O corpo pode ser definido, em resumo, como o componente do ser humano que volta ao pó quando a pessoa morre [às vezes, é chamado "carne"]. O espírito pode ser definido, em resumo, como o componente imaterial do ser humano, em que reside nossa faculdade espiritual, inclusive a consciência. É principalmente através desse componente que se tem comunhão com o Espírito de Deus.

Desses três componentes, que constituem a completa natureza humana, somente o espírito e a alma são indestrutíveis e sobrevivem à morte, para então seguirem para o céu ou para o inferno. Quanto ao corpo, a Bíblia ensina repetidamente que enquanto o crente em Cristo aqui viver, deve cuidar bem do seu corpo, através da sua conservação, isento de imoralidade e de iniquidade e da sua dedicação ao serviço de Deus. O corpo dos salvos será transformado no dia da essurreição, quando então a sua redenção estará completa; isto para os que estão em Cristo Jesus.

AS RESPONSABILIDADES DO SER HUMANO

Quando Deus criou o ser humano, Ele lhe confiou várias responsabilidades.

- Deus o criou à sua própria imagem a fim de poder manter comunhão com ele, de modo amoroso e pessoal por toda a eternidade, e para que ele o glorificasse como Senhor. Deus desejava de tal maneira que o ser humano o amasse, o glorificasse, e vivesse em santidade e justiça diante dEle, que quando Satanás induziu Adão e Eva à rebelião e desobediência a Deus, o Senhor prometeu que enviaria um Salvador a fim de redimir o mundo.

- Era a vontade de Deus que o ser humano o amasse acima de tudo e amasse o seu próximo como a si mesmo. Esse duplo mandamento do amor, resume a totalidade da lei de Deus.

- Também no jardim do Éden, Deus estabeleceu a instituição do casamento. O propósito de Deus é que o casamento seja monogâmico e vitalício. Dentro dos limites do casamento, Deus ordenou que a raça humana fosse frutífera e se multiplicasse. O homem e a mulher deviam gerar filhos tementes a Deus, no ambiente do lar. Deus vê a família cristã e a criação de filhos, sob a convivência salutar doméstica, como uma alta prioridade no mundo.

- Deus também ordenou que Adão e seus descendentes sujeitassem a terra. Ele disse: "Dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra" [Gen 1.28]. Ainda no jardim do Éden, a Adão foi confiada a responsabilidade de cuidar do jardim e de dar nomes aos animais.

- Note-se que quando Adão e Eva pecaram por comerem do fruto proibido, eles perderam parte do seu domínio sobre o mundo, a qual foi entregue a Satanás que, agora como "deus deste século" controla este presente mundo mau. Ainda assim, Deus espera que os crentes em Cristo cumpram o seu divino propósito quanto à terra, a saber, cuidar devidamente dela; dedicar tudo dela a Deus e administrar sua criação de modo a glorificar a Deus.

- Por causa da presença do pecado no mundo, Deus enviou seu Filho Jesus para redimir o mundo. A tarefa transcendente de transmitir a mensagem do amor redentor de Deus foi confiada aos salvos, pois foi a eles que Ele chamou para serem testemunhas de Jesus e da sua salvação, até aos confins da terra e para serem luz do mundo e sal da terra.

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Religiões: É Tudo Parecido ?


Muita gente conhece a famosa história de um grupo de cegos que encontrou um elefante. Você já ouviu falar? Resumindo: Um dos cegos tocou a perna do elefante e disse que ele era como uma árvore. Outro achou a tromba e disse que um elefante lembrava uma grande cobra. Um terceiro pegou no rabo e disse que o elefante era como uma corda. Outro passou a mão por toda a lateral do bicho e disse que o elefante era um animal construído como um muro. Quem estava certo?
Todos os cegos estavam corretos, mas de uma forma limitada. O erro foi deduzir individualmente que eles sabiam a história toda de com o que um elefante se parece. Os que enxergam imediatamente percebem a ironia da confiança dos cegos, mas a questão é que os seres humanos são sempre muito convencidos, mesmo quando têm informações incompletas.
Muitas pessoas afirmam que as religiões do mundo são exatamente como os cegos apalpando em busca da verdade sobre um elefante que não podiam ver. Tal ponto de vista expressa que cada religião percebe um aspecto diferente do caráter de Deus e as expectativas das pessoas. Consequentemente, seguindo este pensamento, os adeptos de todas as religiões devem admitir suas limitações e conhecimento de que as outras religiões também são formas de se chegar ao mesmo Deus que é compreendido de formas diferentes.
Muitos poucos adeptos de qualquer religião do mundo concordam com este ponto de vista. Embora os Ramakrishna tenham dito: "Muitas fés são diferentes caminhos levando a uma realidade, Deus", os hindus não criam seus filhos como cristãos ou muçulmanos. Eles ainda consideram o Hinduísmo algo superior.
Vamos raciocinar. Considere isto. Os adeptos do Judaísmo observam a Lei de Moisés e buscam uma vida ética. Os muçulmanos cumprem os deveres dos Cinco Pilares do Islamismo: recitar o credo islâmico, orar cinco vezes diariamente, jejuar, dar esmolas e fazer peregrinações à Meca. Os hindus se submetem ao carma, enquanto aprendem através de uma série de reencarnações para viver eticamente e se submergem no divino. Os budistas buscam a extinção dos desejos e a conquista da inexistência do Nirvana com o fim de inúmeras vidas reencarnadas. As Quatro Verdades Nobres e O Caminho de Oito Desdobramentos mostram o caminho para o Nirvana.
As quatro maiores religiões são parecidas no que concerne aos caminhos espirituais pelos quais os homens e mulheres tentam alcançar a Deus através de sua aceitação. Uma religião mundial - o Cristianismo - é diferente porque ensina que as pessoas não podem alcançar a Deus por seus próprios esforços. Ao contrário, Deus entrou na história humana na pessoa de Jesus Cristo e providenciou um sacrifício que faz com que a salvação seja disponibilizada como um presente sem exigências. A formação do caráter se segue à salvação como resultado, ao invés de preceder a salvação como sua causa. "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2.8-9).
Todas as religiões citadas acima têm seus escritos sagrados. Temos que admitir, sem nenhuma ofensa, que somente a Bíblia é uma autoridade. É uma obra de mais de quarenta autores inspirados que escreveram num período de tempo de mais de mil e quinhentos anos em três línguas (hebraico, aramaico e grego) em três continentes (África, Ásia e Europa), mas só trata de um único tema: como a humanidade pecadora pode ser reconciliada com um Deus Santo.
O Judaísmo usa o Antigo Testamento com as tradições do Talmude. O Antigo Testamento é o ponto de partida para um sistema ético com um forte enfoque para este mundo, com frequentes - se não primárias - referências às tradições do Talmude.
Em contraste com a multiplicidade de autores da Bíblia, o Alcorão do Islamismo é uma obra de um único homem, o profeta Maomé, que disse que Alá ditou para ele toda a obra em árabe. O Alcorão não é traduzido dentro do Islamismo, seus adeptos aprendem árabe para o estudar e memorizá-lo. O Alcorão ensina uma religião triunfalista que floresce na maioria das situações, mas demonstra ansiedade em muito poucas ocasiões.
Obviamente, a Bíblia, meu amigo, é única pela sua autoridade e pela glória de seus objetivos temáticos e salvadores. E não esqueçamos, também, que a Bíblia é única que contém trinta por cento de todos seus escritos proféticos com cem por cento de acerto. Porque ela é a Palavra de Deus.
Examine-a e verá.
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

ISRAEL - Relógio Escatológico de Deus

Israel é um dos sinais mais evidentes na atualidade em relação ao retorno de Jesus. Sua restauração nacional profetizada em Ezequiel 37.1-10 teve início em 1948.
A história do plano divino em relação a humanidade tem seu eixo central na existência do povo de Israel. É o relógio pelo qual podemos acompanhar todos os eventos históricos e escatológicos do mundo. O Senhor Jesus mesmo apontou-nos esse sinal de Sua vinda em Lucas 21.27-30: "E, então, verão o Filho do Homem numa núvem com poder e grande glória. Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai a vossa cabeça, porque a vossa redenção está próxima... Olhai para a figueira e para todas as árvores. Quando já começam a brotar, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão".
Encontramos respaldo para crer na Palavra de Deus através das profecias bíblicas cumpridas e, a se cumprirem, nos fatos da vida de Israel.
Tanto as profecias sobre a dispersão do povo de Israel entre as nações quanto as referentes ao retorno à sua terra, têm tido o fiel cumprimento. Há duas importantes reuniões de Israel na sua terra que mostram a veracidade da profecia bíblica. A primeira diz respeito ao sentimento de volta ao lar que tiveram todos os israelitas dispersos pelas nações. Esse sentimento se tornou forte com o movimento sionista iniciado em 1897 por Teodoro Herzl. Pouco a pouco, sistemática e continuamente, o povo começou a voltar. Não era um simples sentimento de um homem ou de um povo e, sim, um impulso do Espírito de Deus na mente e no coração de cada judeu disperso, em cumprimento à Palavra de Deus (Jeremias 24.6; Ezequiel 36.24,28).
Em 1948, Israel já estava bem instalado na Terra Prometida e a sua proclamação pela ONU como Estado foi o clímax da efetivação da promessa divina quanto ao seu retorno.
A segunda reunião de Israel acontecerá no futuro próximo por ocasião da "angústia de Jacó", conhecida como a Grande Tribulação (Apocalipse 16.12-21). Esse evento escatológico será terrível e indescritível para o povo de Israel, que estará mobilizado para a grande batalha do Armagedom. Os reis da terra, isto é, os governantes do mundo inteiro estarão reunidos com seus exércitos e armas destrutivas para o maior combate já registrado na história mundial. Quem sabe, talvez seja esta a chamada "Terceira Guerra Mundial". Será no clímax desta batalha que Jesus Cristo, o Salvador e Messias, anteriormente rejeitado pelos israelitas, virá e destruirá os inimigos do seu povo, e implantará Seu reino milenial (Apocalipse 19.11-21).
A profecia de Ezequiel 37.1-11 trata da restauração nacional, moral e espiritual de Israel. Alguns aspectos dessa profecia já tiveram o seu cumprimento e outros estão se cumprindo. Porém, o cumprimento cabal só acontecerá no período da Grande Tribulação e com a intervenção de Jesus, o Messias, em Jerusalém. Nesse período, a Igreja não estará na Terra, porque foi antes arrebatada para estar com o Senhor.
Os textos do profeta Ezequiel, capítulos 38 e 39, tratam a respeito da profecia bíblica sobre um bloco de nações ao norte de Israel. Por causa da etnia dos povos que habitam aquela região vários nomes geográficos podem ser identiificados. O profeta fala de Magogue, Meseque e Tubal, regiões ocupadas pelos antigos citas e tártaros, as quais hoje correspondem à Rússia. Nome como o de Meseque converteu-se em Moscou ou Moskva. Tubal é a moderna cidade russa de Tobolsk. No bloco das nações aliadas aparecem os nomes de Gômer, Togarma. Gômer veio a ser a Germânia (atual Alemanha) e, Togarma corresponde à Armênia e Turquia. Destacam-se ainda os persas, os etíopes e Pute. Hoje, os persas são o Irã; os etíopes, a Etiópia; e, Pute, a Líbia.
Devemos entender que a queda da União Soviética não significa que a profecia tenha perdido sua validade. Na verdade, esta potência mundial está se levantando e mostrando sua força, quando se esforça para participar das conversações de paz entre Israel e os países árabes, aos quais ela sempre apoiou. Ela perdeu o seu poder sobre o aludido bloco de nações, e alguns estudiosos interpretam essa queda como algo para acontecer em plenitude no futuro.
A profecia diz que a confederação do Norte, tendo como líder Gogue, colocará seus exércitos contra a autoridade da Besta (o Anticristo). A profecia indica que Gogue, chefe da terra de Magogue invadirá a terra de Israel nos últimos dias. É possível que essa invasão venha a acontecer no período da Grande Tribulação. Os motivos principais para a invasão do "rei do norte" estão expostos em Ezequiel 38.11-12. A idéia de "tomar o despojo e de arrebatar a presa" não é difícil entender pelo fato de a antiga União Soviética ter perdido seus principais intelectuais e cientistas (na maioria judeus), os quais retornaram para Israel. A Bíblia diz que esse invasor será destruído pela intervenção divina nos montes de Israel. Então, as nações da Terra reconhecerão o Deus de Israel.
O sinal de Israel é revelado à Igreja pelo seu esplêndido florescimento na Terra que Deus lhe prometera - a figueira brotando - , e pela sua influência na marcha dos acontecimentos mundiais.